Desafio

O Brasil está entre os países com os maiores níveis de feminicídio e ainda possui elevados níveis de tolerância relacionados à violência contra as mulheres. Reverter o isolamento da vítima de violência e esclarecer que xingar, humilhar, proibir sair de casa, assediar a mulher no transporte público, por exemplo, são casos muitas vezes diminuídos em sua relevância, mas igualmente de violência. Era necessário chamar atenção para o tema e incentivar as vítimas de violência a buscar apoio.

Público

Prioritário – vítimas de violência e todas as pessoas que possam ajudar a fazer a denúncia, por exemplo, vizinhos, amigos e familiares; secundário – formadores de opinião.

Estratégia

Chamar atenção para o tema, incentivar as vítimas de violência a buscar apoio e mostrar que não só a vítima, mas parentes, amigos e conhecidos devem denunciar os casos de violência. A campanha mostra que, ano após ano, crescem o número de atendimentos e a procura espontânea pelo serviço. Além disso, mostra que, com a instituição da Lei Maria da Penha, a central telefônica se tornou um importante veículo de informação e de esclarecimentos sobre as garantias dos direitos das mulheres. Desde sua criação, em 2005, o Ligue 180 havia registrado 4.488.644 atendimentos. Somente no primeiro semestre de 2015, foram mais de 364 mil, o que totalizava uma média de quase 61 mil atendimentos por mês ou 2.025 ao dia.

Mídia

Selecionados os meios de comunicação de maior penetração na sociedade: TV Aberta, TV Comunitária, Mídia Exterior, Rádio e TV Paga. O meio Revista foi programado para fortalecer o mix de comunicação, principalmente para o público formador de opinião e o feminino. Com o intuito de complementar a comunicação e aprofundar o tema junto à população em geral, foi utilizado o meio Internet, com uma seleção de veículos que garantiu a ampliação do alcance e a frequência da mensagem.

Investimento

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Filme

 

Impressos

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