Nova S/B Sintonizando marcas e pessoas

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  • Novo filme mostra recordes da CAIXA em 2011

    6 de janeiro de 2012

    Começou a ser veiculado em 6 de janeiro, o filme que mostra os recordes alcançados pela CAIXA em 2011. O comercial “Realizações 2011”, narrado pela atriz Camila Pitanga mostra as conquistas do banco como o recorde no financiamento da casa própria (1 milhão de moradias); créditos para micro, médias e grandes empresas, totalizando R$ 65,5 bilhões em empréstimos e gerando milhares de empregos; recorde na poupança (atingindo 1/3 do mercado com R$ 150 bilhões em depósitos) e no pagamento do Bolsa-Família, atendendo 13,3 milhões de famílias. Outra grande conquista da CAIXA foi o alcance nacional, com 62 mil postos de atendimento e marcando presença em todos os municípios brasileiros. No final do filme, Camila finaliza: “Todos estes recordes provam que a vida pede mais que um banco. A CAIXA é mais que um banco. Que venham os próximos 150 anos”. Segundo Antonio Batista, Diretor de Criação da nova/sb, Camila Pitanga “é a intérprete perfeita pra dar as boas novas do banco que mais se identifica com o povo brasileiro”. “A CAIXA é o único banco realmente público do País e sua missão é promover a inclusão social e o desenvolvimento sustentável de todos os brasileiros”, reforça Batista. Além do comercial na TV, a campanha também conta com anúncios em revista. Ficha técnica Criação: nova/sb Diretor de Criação: Antonio Batista Criação: Antonio Batista, Thomaz Munster e Gera Oliveira Produtor RTV: Marcos Bugni Atendimento: Ana Paula Pedrosa / Thelma Bassit / Cristina Gutemberg Produtora: Volcano Hotmind Direção: Giancarlo Barone Produtora de áudio: Atakk Aprovação do cliente: Clauir Santos

  • Comunicação Pública: a reboque do horário eleitoral

    10 de janeiro de 2012

    [caption id="attachment_1533" align="alignnone" width="482" caption="Bob Vieira da Costa é sócio-diretor da nova/sb."][/caption] A cada dois anos, a agenda da comunicação pública, queiramos ou não, acaba sendo pautada pelo processo eleitoral. 2012 não será diferente: é ano de eleições e deveremos ter no primeiro semestre, no país todo (a exceção é o Distrito Federal, onde não há eleição para prefeito), mais campanhas institucionais e de prestação de contas das gestões que se encerram. No segundo semestre, o domínio será da campanha eleitoral propriamente dita. Não há duvida que temos um esgotamento e é ai que entra o bom desafio da comunicação pública, ou melhor, da comunicação de interesse público. O novo Brasil vem dando demonstração de que as coisas estão mudando de forma rápida e consistente. Há mais impaciência do cidadão, mais cobranças pela correta prestação dos serviços - principalmente daqueles de âmbito municipal -, mais cobrança dos direitos e deveres de cada um. Não se aceita a embromação, cobra-se do gestor público o provimento e a correção dos serviços. É neste contexto que o ano de 2012 coloca para todos os profissionais de comunicação um “mar de oportunidades”. Uma das principais talvez seja a de mostrar que, com o apoio de uma verdadeira e efetiva comunicação de utilidade publica, o Estado pode exercer estas suas funções mais plenamente e com mais qualidade. A oportunidade é fazer a prestação de contas com transparência, ressaltando os ganhos para o cidadão e não apenas “bater bumbo” para as obras dos governantes. Estou falando da oportunidade do desenvolvimento de campanhas de utilidade pública que mudam comportamentos dos cidadãos e melhoram a sua qualidade de vida. Campanhas de saúde que previnem doenças como a dengue e que estimulam comportamentos mais saudáveis; campanhas que educam como na questão do trânsito, do lixo, entre tantas outras. Vimos, ainda em 2011, uma das mais memoráveis, brilhantes e saudáveis iniciativas no campo da comunicação que foi a campanha "Brasil Sem Cigarro", liderada pelo Dr. Drauzio Varella, no Fantástico, convencendo milhares de brasileiros a parar de fumar. Fosse essa uma campanha de responsabilidade de uma Prefeitura, quantos milhares de cidadãos desta localidade poderiam olhar com melhores olhos a gestão de seu Prefeito? Quem de nós não elogiou a iniciativa e a ousadia da Globo? Em 2012, a grave crise internacional poderá chegar aos mercados emergentes como o Brasil, levando a uma estagnação da economia. Um prenúncio foi o resultado baixo do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre. Até esta eventualidade pode ser considerada uma oportunidade. Será o momento investir em campanhas de interesse público que ressaltem o espírito empreendedor do povo brasileiro, melhorando a autoestima das pessoas e, consequentemente, fazendo a roda da economia girar, a exemplo do que ocorreu entre 2008 e 2009, na última crise econômica-financeira. O brasileiro já demonstrou naquela ocasião, como em outras tantas, que consegue fazer do limão uma limonada. E se o governo tem os programas que oferecem crédito a custo baixo para as pessoas empreenderem, nada mais oportuno que divulgá-los em campanhas que vão além da forma fácil de apenas dizer o que faz, mas incentivando de fato, reforçando a pré-disposição do povo brasileiro de ver uma eventual crise como oportunidade. O bom é saber que esta demanda pela comunicação de utilidade pública não acontece só nos anos eleitorais. Ela está crescendo ano a ano. O que destaco é que a oportunidade de 2012 apressa este processo. Por sinal, um processo que está melhorando a passos largos desde a promulgação da lei 12.232, de contratação dos serviços de publicidade no âmbito da administração pública. Ano passado foi a prova de fogo da nova lei de licitações, que tornou mais transparente a contratação das agências de publicidade, pôs fim aos pregões, institucionalizou o CENP como órgão certificador do setor e consagrou o modelo brasileiro de agências completas. Ainda há desencontros e aprimoramentos se fazem necessários. Muitas prefeituras, por exemplo, desconhecem a fundo a nova legislação em vigor. Tal dificuldade aponta para a necessidade de um amplo trabalho de esclarecimento que pode ser feito por meio de encontros, treinamentos e seminários dedicados ao tema. Mas o que podemos constatar é que já houve um significativo avanço nas licitações públicas de publicidade, em todas as esferas de governo. Foram mais de 100 concorrências realizadas sob o manto da nova lei e o processo se aprimora a cada dia, como deve ser. Se o conteúdo da comunicação for de fato de interesse publico, se as contratações forem mais transparentes e rígidas, estamos falando, no final das contas, de uma enorme mudança neste mercado, com mais investimentos, com mais players e, certamente, com mais oportunidades. Enfim, 2012 se anuncia como um ano importante para o mercado de comunicação brasileiro na medida em que exigirá, cada vez mais, criatividade, adaptação e, quem sabe, a consolidação da comunicação de interesse público. Melhor dizendo, a transformação da comunicação de interesse público em comunicação de interesse das pessoas. Afinal, são elas, as pessoas, as protagonistas e para quem devemos fazer a comunicação, seja de governos, seja de empresas. Este artigo foi publicado em 09/01/2012 pelo Meio&Mensagem, pág. 52.

  • Anúncios divulgam novos programas da Record

    19 de janeiro de 2012

    A partir desta semana a Rede Record inicia a divulgação do seu novo programa, a minissérie Rei Davi. Assinadas pela nova/sb, agência comandada por Bob Vieira da Costa e Silvana Tinelli, as peças serão veiculadas nos principais veículos impressos de todo o Brasil. Com 29 capítulos, a minissérie Rei Davi é uma das grandes apostas do núcleo de dramaturgia da Record. A história conta a trajetória de Davi, que teve uma vida marcada pela tragédia, foi vítima de inúmeras traições e viveu intensamente. Com direção de Edson Spinello e texto adaptado por Vivian de Oliveira, a série tem no elenco Leonardo Brício, Gracindo Júnior, Renata Dominguez e Maria Ribeiro, entre outros. “Para a criação de Rei Davi concentramos na caracterização dos personagens e no cenário, destacando a personalidade desconhecida do personagem central”, conta Ricardo Furriel, VP de criação da nova/sb. “Queríamos um tom épico e cinematográfico, enaltecendo um lado do rei  que muitos não conhecem, que é o herói e guerreiro”, complementa. Rei Davi estreia no dia 24 de janeiro e será veiculado às terças e quintas. A nova/sb também é a responsável pelas peças do reality show Amazônia, uma série de 12 episódios, gravada na floresta amazônica e apresentada por Vitor Fasano. O programa mostra 12 personalidades que são submetidas a provas na própria região, sendo que cada prova põe em cheque habilidades relacionadas com um tema relacionado à sustentabilidade. “A grande estrela das nossas peças é a floresta Amazônica, por isso ela aparece em primeiro plano e em destaque no texto: quem mais se expõe neste reality show não são os participantes. É a floresta amazônica.”, explica Furriel. Amazônia vai ao ar nos domingos às 23h55. Ficha Técnica Rei Davi Agência: nova/sb Cliente: Record Diretor de Criação: Ricardo Furriel Diretores de Arte: Marcelo Maia Redatora: Daniela Militerno Fotografias: Thomas Susemihl Tratamento de Imagem: FDanielworks Atendimento: Cleide Tomaz e Joana Araújo Aprovação do cliente: Hilton Madeira e Cláudio Gaspar Ficha Técnica Amazônia Agência: nova/sb Cliente: Record Diretor de Criação: Ricardo Furriel Diretores de Arte: Renato Domingos Redatores: André Pessoa e Bruno Faulhaber Fotografia Amazônia: Glow Imagens Tratamento de Imagem: FDaniel Atendimento: Cleide Tomaz e Joana Araújo Aprovação do cliente: Hilton Madeira e Cláudio Gaspar

  • nova/sb cria para “São Paulo contra o Crack”

    31 de janeiro de 2012

    Para homenagear a maior cidade do país, com 11.253 milhões de habitantes e PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 389.317 bilhões, que completa 458 anos no dia 25 de janeiro, o Jornal Propmark lançou a campanha “São Paulo contra o crack”. O jornal convidou seis agências para criar anúncios sobre o tema (veja texto sobre o conceito criativo nesta página). As peças foram criadas por Africa, Neogama/BBH, Nova/sb, Ogivly, Publicis e Talent. A nova/sb, que atende a conta da Prefeitura de São Paulo, seguiu a linha de que a iniciativa de combate ao crack tem que ser coletiva. “Esse é um problema de todos nós. Não é um problema só da governança da cidade. Não é apontar um culpado. Sozinho ninguém vai fazer nada”, diz Ricardo Furriel, VP de criação da nova/sb. A peça traz uma tartaruga e o texto de ponta-cabeça. O título é: “Tem coisas que não dá para resolver sem ajuda. Com o crack é a mesma coisa”. O texto continua: “No aniversário de 458 anos de São Paulo, é um bom momento para entender que o crack não é um problema só do usuário, da polícia, ou do estado. Mas sim de todos nós. São Paulo contra o crack”. Furriel explica que a ideia de apresentar o anúncio de ponta-cabeça é uma alusão ao fato de que quando se vira uma tartaruga, ela não consegue voltar sozinha. “Com o crack é a mesma coisa. Precisa dar uma mão”, reforça ele. Para visualizar todas as peças da campanha, clique aqui. *Com informações do Propmark.

  • Filme da nova/sb mostra agência barco da CAIXA

    2 de fevereiro de 2012

    Um barco que percorre a Bacia Amazônica atendendo às comunidades desta área.  Este é um dos canais de atendimento da CAIXA, desconhecido para a maioria dos brasileiros, mas que desde dezembro de 2010 é responsável por ir até os moradores das margens e proximidades dos rios da região. A agência-barco é a estrela do filme da CAIXA, que começou a ser veiculado dia 1º de fevereiro,  em rede nacional. Com 30 segundos, o filme mostra uma cidade vista por imagens de satélite. A câmera vai se distanciando e vemos em um mapa onde a Caixa está presente: 2.800 agências, 22.000 terminais de autoatendimento, 11.000 lotéricas e 25.000 estabelecimentos comerciais (correspondentes Caixa Aqui), além da internet e do celular. O plano continua abrindo e revela um mapa nas mãos de um homem. Ele se encontra numa agência barco, que está em movimento e desce o rio Negro. A locutora anuncia: “A CAIXA tem uma rede de atendimento presente em todo o Brasil, mas a vida pede mais. A vida pede inclusão. Por isso a CAIXA tem uma agência barco para atender as comunidades ribeirinhas do Amazonas”. Fechando com o conceito do novo posicionamento da instituição: “CAIXA. A vida pede mais que um banco”. Além do filme para TV aberta e fechada, a campanha inclui veiculação no cinema, rádio, internet e anúncio em revistas de circulação nacional. Reposicionamento da marca Este é o segundo filme da campanha de reposicionamento da CAIXA. Em janeiro a instituição apresentou um novo conceito "A vida pede mais que um banco". Fruto do seu reposicionamento de marca, o conceito evidencia a verdadeira vocação da CAIXA: o banco que vai até as pessoas, adaptando-se às suas necessidades. É o seu grande diferencial em relação à concorrência. Ficha técnica Ficha Técnica: Cliente: CAIXA Filme: Agência-barco Agência: nova/sb Campanha: Institucional - Caixa. Mais que um Banco Direção de Criação: Antonio Batista Criação: Rafael Lago, Pedro Coitinho, Humberto Cunha e Gera Oliveira Produtora: Conspiração Filmes Direção: Ricardo Gordo Carvalho Trilha: Atakk Atendimento: Thelma Bassit Aprovação cliente: Clauir Santos

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